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November 1, 2017

muitos dos textos em itálico são citações, todas referenciadas ao fim do texto.

todas as fotografias são de Elenize Dezgeniski. 

Nem sempre é muito simples apresentar o projeto de crítica que tenho exercitado há alguns anos e que agora é abrigado e continuamente rearticulado no site Bocas Malditas – cena, crítica e outros diálogos, que idealizei e edito ao lado de Luana Navarro e Henrique Saidel. Não porque ele seja difícil ou totalmente inédito[1], mas quando falo sobre o que estamos pensando em relação a materiais e escritos “críticos”, agenciados em um contexto estrutural de visibilidades e poder, há sempre uma reação comum que é de desconfiança sobre o que é ou deveria ser um crítico e uma crítica. A recepção de um projeto de/em crítica que se afasta da ideia de “julgamento final” envolve um contínuo desconforto em relação à ideia que se tem de alguém que se dedica a criticar, pensar sobre, registrar e documentar porque, a partir de referenciais históricos e sociais, se compõe uma im...

September 28, 2017

8:00

Para.

Olha.

Por que tu não engole toda essa sua baba nojenta e não morre engasgado nela? Eu queria... Pelo menos um momento em que você não estivesse aqui, parado, olhando. Me sinto vigiada o tempo inteiro, por você, pelas aranhas na parede, pelos ácaros que estão acomodados nas nossas roupas, parece que quanto mais eu lavo, mais ácaros vão se juntando. É como se toda a merda do mundo estivesse acumulada em sua pele, eu farejo toda vez que você se aproxima.

PARA.

NÃO olha.

Olha. Olha a minha boca. Os meus olhos dentes pés mãos pernas nariz cabelos sobrancelha. OLHA. Você não consegue.

                                                                                         Dou risada

                                                                                         Ga...

September 27, 2017

O bombom mais gostoso da minha vida foi comido por outra pessoa.

September 26, 2017

PRIMEIRA PARTE:
  Quando estava na escola, ao ler os livros de biologia, percebia que o termo "raça" havia caído quando se tratava da espécie homo sapiens, NOTÁVEL! Finalmente descobriram a partir da paleontologia, genética e etnologia, que essas subespécies de humanos não havia sentido algum. 

 Na verdade, somos filhos de uma cultura mãe, que pode SIM ser misturada com outras e outras, pode-se ser SIM, filho de várias "culturas mãe"! Sendo possível formar um outro conjunto cultural. Essa velha história de humanos divididos em grandes raças, onde uma pode se sobrepor à outra, não passa de afirmações sem estudos úteis e sem embasamento, somos uma espécie só e é isso mesmo de igualdade. RAÇA, para os humanos, é um termo que não devemos aceitar, até porque foi criado a partir das diferenciações fenotípicas e geográficas para afirmar uma "raça primordial", que por NOVIDADE serviu para classificar por um europeu a "raça branca", como a raça inteligente.

 Essa coi...

September 26, 2017

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September 28, 2017

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